Sonho, apenas um sonho

Tive um sonho que não sei categorizar… não sei se foi bom ou ruim, sonho ou pesadelo, eu sei que foi aquele tipo de sonho que muda nossos sentimentos, mexe com as emoções de verdade.

Como eu odeio sonhar com aquilo que está longe de se realizar, aquilo presente na tal realidade paralela.

Ok, Ok, sonhei com aquele meu amor platônico (se não é recíproco é platônico), aquele que inconscientemente mexe comigo desde os tempos áureos, de felicidade atrelada a uma vida sem muitas responsabilidades e repleta de amigos todo santo dia… q cabelinho ridículo ele tinha, mas o tal cabelinho mexeu instantaneamente comigo.

Não vou citar nomes, isso da merda, e meu blog é meu diário escondido onde só os bisbilhoteiros de plantão e os amigos mais íntimos tem acesso, mas vai que né…

Eu sei que o único medo que sinto é que a outra parte me culpe por tal sentimento, mas como eu já disse a outra parte, se estou me sentindo assim a culpa é somente sua.

O amor as vezes é um desnecessário sentimento incontrolável que só serve para causar dor aos corações mais sensíveis, assim como o meu.

Mas o sonho era doce, quase poético, serviu para soltar uma leve brisa na brasa deixada para esfriar, mas para uma brasinha uma leve brisa já serve para incendiar tudo novamente.

E assim voltamos a estaca zero, e iniciamos o resfriamento até que não exista mais calor e tudo tenha se tornado apenas cinzas…